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Princesa herdeira, daemon, cabelo, escritora, amigona, dragona e dona do Blaublau; assistente técnica do melhor time e sem paciência pra você. Pra me atormentar basta existir, mas espera atrás da capa. Ah é... eu sou o Batman.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Quem sofre é o blog

Qual é a imagem que as pessoas fazem de mim? Bem, se você acha que não importa você vive em um mundo perfeito, parabéns! Eu não sei se pretendo passar alguma imagem pra alguém. Quando eu estou com raiva de alguém, geralmente, quero passar a imagem "olha, eu estou ótima, obrigada!", mas não dá! Sabe por que? PORQUE EU NUNCA TO ÓTIMA. Nem quando quero fingir. Pra evitar dúvidas (e vocês podem sempre voltar aqui pra se lembrarem disso) vai aí o que eu penso de mim:
Eu sou extremamente chata, eu sei. Pago muito pau pra quem me aguenta de verdade. Não essas pessoas que fingem que me aguentam, que na hora do vamos ver estão "ocupadas" ou simplesmente se afastam, assim, na cara dura mesmo. Eu tento mudar, mas, sabe, as pessoas não mudam assim, porque querem. Óbvio que queria ser uma pessoa super legal, feliz, engraçada e que as pessoas quisessem estar perto, mas não sou, paciência... Eu sei que tem pessoas que gostam de mim assim do jeito que eu sou. Vai entender. Tem. Mas são tão pouquinhas...
Eu sou insuportável. Sou teimosa. Sou fresca. Chorona. Depressiva. Carente. Mal educada. Nervosa. E as pessoas não colaboram nem um pouco.
Não sou triste porque eu quero. Não acho bonito ficar chorando e querendo morrer todo o tempo. Não me acho nem um pouco especial ou inteligente, embora pessoas agradáveis insistam em me dizer isso. Eu sei que é por simpatia. Também não to fazendo esse post pra conseguir elogios. É só que eu estou extremamente sozinha e triste e não quero atazanar ninguém, principalmente porque eu já atazanei demais todas as pessoas que gostam de mim, tanto que algumas já até foram embora, se é que algum dia estiveram comigo, se é que gostavam de mim.
Enfim, eu fui desfavorecida em todos os sentidos: gorda, feia, sem graça, chata, nervosa, triste, e quando eu acho que todos os meus amigos me abandonaram, nem posso reclamar pra minha mãe ou pro meu pai, porque também não tenho. Acha que eu apelei? Mas é verdade, porra! Quem tem mãe e pai não sabem a falta que faz. Nunca ficaram sem...
Sabe o que é mais engraçado? Quando eu quero morrer aparece no mínimo 10 pessoas pra me dizer que eu devia pensar em quem me ama... HAHAHAHAHAHAHAHAHA É pra rir, né...
O foda é que ainda me sinto mal por reclamar assim, parece que quem esteve do meu lado na maioria das vezes tá sendo injustiçado. Desculpe, não é a minha intenção. Mas to me sentindo sozinha agora, eu to sozinha. Tenho o direito de reclamar, não to cobrando nada de ninguém, sério. Só reclamando.
Minha vida é uma incrível piada mesmo. Agora tá lá, um monte de gente que acha que minha vida é ótima e que eu estou (ou pelo menos deveria estar) super feliz. Troco com qualquer um, só pedir.
Tenho mais nada pra falar não.

domingo, 26 de setembro de 2010

Malva tendo um colapso nervoso...

Sim, pois falarei dos meus lindos sonhos prosaicos que sofrem do ostracismo da puta que o pariu. Parei.
Agora sério. Tenho dormido demais, muito mesmo. Dia 24 de setembro simplesmente não existiu pra mim. Deitei na quinta e acordei no sábado... tá, já não era mais quinta, mas eu sou daquelas que só consideram o dia depois que acordou, como ainda não tinha ido dormir, era quinta ainda. Dormi das 5h da manhã de sexta até às 9h da manhã de sábado. DIRETO. Aí no sábado deitei às 16h e acordei às 8:30 do domingo. COM SONO. Aí hoje, lá pelas 14h me deu um sono desgraçado, mas me segurei pra não dormir, primeiro porque não tava em casa e segundo porque já sei onde isso vai parar se eu não controlar... então to me segurando aqui até agora, mas morrendo de vontade de dormir. Vou daqui a pouco, antes resolvi vir aqui escrever umas abobrinhas.
Um dos motivos de eu estar amando dormir é, claro, o fato de minha vida ser insuportável. Por este motivo estar dormindo todo o tempo é muito mais agradável do que acordar. O outro motivo, que é estritamente relacionado ao primeiro, são meus sonhos, que me proporcionam uma ótima alternativa a essa vida insuportável.
Como já disse antes, meus sonhos são incríveis! Muito mesmo! Não só tematicamente, mas também estruturalmente. Dou um olé no Nolan. Minha última invenção foi poder escolher o sonho entre várias opções dispostas em "janelas" (quando digo "escolher" quero dizer inconscientemente, óbvio, afinal estou sonhando, não é que eu escolha antes de dormir...). Assim, tinha uma janela sobre futebol, outra sobre Harry Potter, outra sobre amigos e outra sobre Interunesp (oi?). Foi muito engraçado. Quanto aos meus sonhos interrelacionados nem falo nada, eles já são naturais. Mesma coisa a quantidade de sonhos que eu lembro por dia: nos dias de baixa produção, três; nos de alta, sete. Tem as camadas também (super me identifiquei em A origem), que geralmente envolvem eu acordando para contar o sonho para alguém e aí percebo que ainda estou sonhando, etc. Máximo de camadas já atingidas: cinco. Confesso que é de endoidar, quando acordei de verdade tive medo de ainda estar sonhando, mas é uma sensação maravilhosa.
Bem, eu poderia ficar milênios tentando explicar os vários tipos de sonho que tenho, mas esse não é o objetivo do post, não o principal (vejam como estou me especializando em enrolações, escrita acadêmica manda um beijo!). O que eu quero dizer é: com essa imensidão de coisas interessantes nos meus sonhos, por que cargas d'água quererei eu acordar? E agora meus sonhos estão incrivelmente reais, mais reais do que algumas lembranças inclusive. Consigo lembrar de pequenos detalhes, gestos, cheiros, lugares... ah! E agora também dei pra lembrar de sonhos antigos, assim, do nada! Acordo de algum desses sonhos doidos e aí lembro de algum que sonhei há 15 anos atrás que não tem nada a ver com o sonho que acabei de ter, pelo menos não com os que lembro... Vocês devem estar se perguntando como é possível eu me lembrar de quando eu sonhei alguma coisa, mas eu me lembro, porque lembro do que pensei/senti quando acordei e geralmente esses pensamentos/sentimentos estavam ligados a coisas que estavam acontecendo na época. Óbvio que eu posso me enganar às vezes; por exemplo, o sonho de que lembrei hoje pode ter sido sonhado há 5 ou 10 anos, não tenho certeza, mas a maioria eu lembro.
Enfim, com todas essas informações que lhes passei até agora já é meio óbvio qual será a conclusão, ainda mais pra quem já assistiu A origem. Decidi que não quero mais acordar. Decidi que os sonhos são a minha realidade. Sim, decidi. Escondi meu totem no cofre e estou esperando pelo meu trem. Pena que eu tenha que estar sozinha nisso.
Love you.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Resultado do concurso!

Olá pessoal! Então, finalmente o resultado do concurso!!!!
Primeiro quero agradecer a todos que participaram. Muito obrigada!
Bem, eu iria escolher a interpretação que eu tivesse mais gostado, mas teve pelo menos três que eu amei e não poderia escolher entre elas, então eu fiz um sorteio entre as melhores interpretações e o vencedor foi... Guilherme Mariano! Parabéns, Guilherme! Seu prêmio é o livro "Tristão e Isolda" (que eu ainda tenho que procurar, porque não sei onde está...). Logo entro em contato com você para falarmos sobre a entrega do prêmio.
Mais uma vez obrigada, pessoal. Logo faço mais promoções.
Love you.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

22 de setembro

Oh dia! Dia que eu tanto adoro. Pra começar hoje é o aniversário do Bilbo e do Frodo, assim como o dia que o Frodo saiu de Bolsão em sua longa jornada para a Montanha da Perdição e também o dia que ele foi para os Portos e mais um monte de coisas...
Hoje também faz seis anos que li Harry Potter pela primeira vez. Hoje tem trailer novo da parte 1 das Relíquias da Morte.
Hoje tem Corinthians e Santos.
Hoje é aniversário do Aslam.
E hoje é aniversário do Renato, meu grande amigo, que é fofo, inteligente e nunca se esquece de mim, mesmo a gente morando em cidades diferentes há séculos! Super beijo, Re!
Parabéns Bilbo, Frodo, Renato e Aslam!!! Amo todos vocês!
E beijinho para a Primavera!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Livros

ESSE POST CONTÉM SPOILERS DE HARRY POTTER. CUIDADO!

Então, gente. Título enganoso. HÁ! Não falarei de livros, pelo menos não no sentido que o título dá a entender, eu acho. Falarei de dois na verdade, mas não de dois livros, duas obras: a obra do Tolkien e Harry Potter.
Pra quem ainda não ouviu essa história, eu odiava muito Harry Potter, mas MUITO mesmo! Simplesmente porque todo mundo ficava comparando com O Senhor dos Anéis. Eu ficava muito puta! Quando estava para sair "As Duas Torres" no cinema eu comecei a ficar paranóica, achando que ia acontecer alguma coisa que iria me impedir de assistir o filme. Pra ajudar, eu fui assistir "A Câmara Secreta" no cinema, só pra ver o trailer de "As Duas Torres". Aí pronto! Além de ficar com mais raiva ainda de Harry Potter (embora tenha simplesmente amado o Snape e o Lucius Malfoy), ainda fiquei achando que ele tinha um plano pra me impedir de assistir "As Duas Torres". Isso mesmo! Quantos anos eu tinha? Quase 18. Algum problema pra você? Não? Acho bom!
Uma semana antes do filme estrear eu tava mais nervosa ainda. Nem saía de casa pra não dar chance ao azar. Mas uma amiga minha, a Deise, me convenceu a dar uma volta no bairro mesmo, só pra espairecer, aí fui. No meio do caminho encontramos um outro amigo meu, o Maxwell, que estava passeando com seu cachorro preto gigante. Eu olhei pro cachorro, o cachorro olhou pra mim e começou a latir sem parar e eu comecei a chorar falando que o cachorro trabalhava pro Harry Potter e que ele tinha ido lá pra me morder e me impedir de ver "As Duas Torres". Meu amigo tentava argumentar falando que SEMPRE tivera o cachorro e que ele estava lá há muito tempo e que não tinha sido o Harry Potter que havia mandado o coitado lá, mas não adiantava. Voltei pra casa correndo. Detalhe: eu não tinha lido e nem ninguém tinha me contado nada sobre o sinistro do terceiro livro. Você podem imaginar como ri quando li Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, né? Eu tava certa, afinal... Mas consegui ir ver "As Duas Torres". Várias vezes. E foi a estréia mais linda que já fui; mais linda, inclusive, que "O Retorno do Rei".
Meu ódio por Harry Potter continuou por muito tempo ainda. Lembro que uma vez passou uma propaganda de "O Prisioneiro de Azkaban" super dramática, aí eu falei: "Aposto que esse prisioneiro de Azkaban é inocente, do jeito que esse povo é sem imaginação...". Mas quando li não achei sem imaginação, ok? Enfim... não foi nada fácil me convencer que Harry Potter era bom.
Engraçado que não consigo me lembrar quando comecei a odiar a J. K. Rowling... deve ser algo genético ou sei lá. Não tenho um motivo pra odiá-la, mas odeio muito!
Bem, aí começou minha transformação... um amigo começou a me contar a história da série, achei interessantinha, principalmente por saber que o Snape estava sempre por lá. Na época ele me contou a história da "Pedra Filosofal" e "A Câmara Secreta" eu tinha assistido... Aí... meu cunhadinho falou que tinha o jogo do Harry Potter e eu falei "Putz! Tá me zuando! Odeio videogame e odeio Harry Potter, como assim?" Mas o jogo era super simpático, principalmente porque não precisava apertar todos os botões do controle ao mesmo tempo, meu grande problema com videogames. Aí passei até a gostar um pouquinho de Harry Potter... mas nada que me fizesse ler.
Quase dois anos depois estava saindo "A Ordem da Fênix" e a mulher do meu cunhado estava lendo. Lembro que cheguei a folhear, pensando "eu até podia ler... mas não gosto de coisas que imitam o Tolkienzinho!". Agora, vocês não podem me culpar por pensar isso, afinal todo mundo que conversava comigo colocava os dois como a mesma coisa e eu fui assistir "A Câmara Secreta", vi a Aragogue, dois meses antes de achar que iria ver a Laracna... achava super copião mesmo!
Em 2004 mudei pra São João de Iracema de novo e então minha amiga Carol não parava de falar em Harry Potter. Ela dizia "VOCÊ TEM QUE LER!!!" e eu super disfarçona "Ah tá, eu vou ler sim... (aham, Cláudia!)". Um dia estávamos indo de ônibus para General Salgado e ela me pediu para contar a história do terceiro pra mim e eu deixei, afinal não tinha a mínima intenção de ler mesmo... e aí ela foi contando e eu fui gostando de verdade. Óbvio que ri com o fato de o prisioneiro ser mesmo inocente, mas tudo bem. E sim, eu li o "Prisioneiro de Azkaban" sabendo de tudo. Quando chegamos em São João ela disse "Olha, eu estou com os dois primeiros livros aqui em casa, que eu peguei emprestado da Thaís, vou te emprestar e já peço o terceiro pra ela, ok?" e eu "Tudo bem (ainda estava meio assim de ler)". Cheguei em casa, fui pro quarto e comecei. Quando tava no fim do primeiro capítulo lembrei que era dia 22 de setembro. QUASE MORRI! Mas chorava, mas chorava! Aquilo era alta traição com o Tolkienzinho, como eu podia ter feito aquilo... (nem vou me dar ao trabalho de explicar por que, acho que todo mundo sabe, né). Óbvio que o Tolkienzinho só ria e falava "Mirane, não tem problema! Harry Potter não é um concorrente. Não tem nada de traição em ler outros livros... mesmo no dia 22 de setembro..." Aí, depois de horas de conversa com o Tolkienzinho ele me convenceu de que eu não tava fazendo nada errado, então continuei. Terminei o primeiro no dia seguinte. O segundo terminei dia 24 e já fui atrás do terceiro, já avisando a Thaís pra me emprestar o quarto. Mas ela não sabia onde tava, já fiquei deseperada... só ela e mais uma pessoa da cidade tinha os livros. Fui atrás da outra pessoa e ele disse que tinha mesmo, nem tinha lido e nem ligava, se eu não queria comprar. Comprei. Até o fim da semana tinha terminado todos. Mas tinha um problema: NINGUÉM NAQUELA MERDA DE CIDADE TINHA O QUINTO LIVRO! Na hora lembrei da mulher do meu cunhado. Liguei pro meu namorado e disse: "Esse fim de semana você vem pra cá e ME TRAZ ESSE LIVRO!" Ele trouxe! (: E eu li no fim de semana e aí começou o desespero. Não existia o sexto ainda. Sairia só em julho do próximo ano. Merda! Como eu ainda tinha que ir em Birigui pra pagar algumas contas e receber meu seguro desemprego, aproveitei e comprei TODOS os livros. Inclusive "Animais fantásticos e onde habitam" e "Quadribol através dos séculos". Aí aconteceu um monte de coisas. De setembro até julho eu reli os cinco livros sete vezes, larguei do meu namorado, passei no vestibular, mudei pra Rio Preto, conheci pessoas por causa do Harry Potter (Jaini, Elene). Aí.... aí! Meu inglês não é lá essas coisas e em 2005 então... Chegou julho. Já tinha saído o livro. As pessoas já sabiam quem tinha morrido e eu queria saber! Elene e Jaini diziam que me matariam se eu falasse pra elas. Eu já suspeitava que fosse o Dumbledore, por causa das capas. No dia do meu aniversário chega a Elene com um pedaço de bolo e cara de choro: "Sem querer eu fiquei sabendo quem morre. Adivinha" eu "O Dumbledore!" ela "Você sabia já?" eu "Não! É ele mesmo?" ela "É!" BUÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ. Elene de novo: "Adivinha quem mata" eu "O Snape" ela "Mas como você sabe?" eu "É ele mesmo? Eu não sabia... VADIA, BISCATE, EU NÃO ACREDITO QUE ELA FEZ ISSO! Agora todo mundo vai pensar que o Snape é mau." Elene "Mas ele matou o Dumbledore, Mirane. É claro que ele é mau" eu "Não, não é! Impossível isso. Aposto que foi tudo parte de um plano". Aí fui pra internet pra ver. Quando vi o "Severus, please..." foi muito "UFA! Tava certa" PORQUE ERA MUITO ÓBVIO E SÓ AS PESSOAS ABSURDAMENTE BURRAS E IDIOTAS E RETARDADAS NÃO SE TOCARAM QUE O SNAPE ERA FODA E ERA ÓBVIO QUE O DUMBLEDORE JAMAIS IRIA SUPLICAR PELA PRÓPRIA VIDA. Fiquei muito puta! MUITO! Como era possível alguém que tivesse lido os cinco livros anteriores pensar que o Snape era realmente mau e o Dumbledore tivesse suplicado pela vida... Até hoje me irrito com isso. Nem preciso dizer que no dia seguinte fui no shopping e comprei o livro em inglês mesmo. E li. Daquele jeito. Mas aí ficou tudo muito claro. Tanto que o capítulo "The Prince's Tale" do sétimo livro pra mim não tinha nenhuma novidade. Um detalhe ou outro só, PORQUE O SEXTO LIVRO DEIXA TUDO AQUILO CLARO PRA QUEM NÃO É FRESCO E PRECONCEITUOSO E FICA IMPLICANDO COM O MELHOR PERSONAGEM DO LIVRO!
Acalmei.
O sétimo também comprei em inglês. Li em 4 dias. Meu inglês já era um pouquinho melhor. Mas só um pouquinho. O melhor foi: madrugada de 24 para 25 de julho, meu aniversário. Prova de poesia portuguesa no dia seguinte e eu lendo Harry Potter. Quando deu meia-noite Stheffany e Camila entram com um doce de chocolate cantando parabéns pra você e eu com a cara mais vermelha que pimenta, mil lágrimas escorrendo. Sthé "O que foi?" eu "O Fre-e-ed morre-e-e-uuu..." BUÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ. Todo mundo chorando. O melhor foi no dia seguinte, durante a prova, numa pergunta sobre literatura e realidade, eu querendo citar o Dumbledore... foi por bem pouco. Ainda bem que não citei, já fui mal na prova, se tivesse citado teria tirado 0. Professores cheios do preconceitos... Enfim! teria um milhão de coisas pra contar sobre Harry Potter ainda, como por exemplo o tempo que fiquei deprimida por causa da morte do Dumbledore e um amigo querendo me animar (ele nunca tinha lido Harry Potter) me comprou um picolé de limão, o que me fez chorar escandalosamente na cantina da faculdade. E também o dia que fiquei mais bêbada que o Batman e ficava choramingando "O Dumbledore morreuuu" e mais várias coisas. Mas esse não é ponto do post. Não mesmo.
Agora Tolkien... ah... o que dizer? Não há. Fiquei doente de vontade de ver o filme mesmo antes de sonhar o que era O Senhor dos Anéis, tirem daí... mas tive que esperar o DVD, na verdade, no meu caso, ainda era VHS. Quando saiu, fui na minha linda locadora e SÓ TINHA DUBLADO. Putz! PUTZ! Tive que levar né... ODIEI. MUITO. Três dias depois comprei o livro. Tenho disso às vezes, um ódio meio amoroso. Li em três dias. DEUS! O que era aquilo? Está além de qualquer expressão, qualquer palavra, qualquer explicação. Um mês depois eu já tinha o Contos Inacabados, O Silmarillion e O Hobbit, além de milhões de revistas, CD da trilha sonora do filme, o filme e mais mil coisas!
E tudo isso até agora para chegar ao ponto que eu queria. [Puta que o pariu, até que enfim, que menina enrolada!]
Eu passei muito tempo ainda com a consciência pesada achando que gostar de Harry Potter era traição com o Tolkienzinho, embora tivesse percebido de cara, quando li os livros, que não tinha nada a ver. Assim, ambos são fantasias (aguardem tese de doutorado, 2014), mas são completamente diferentes. Pensei muito sobre isso e nunca consegui chegar a uma conclusão em relação aos meus sentimentos sobre essas obras, o mais próximo que consegui é o seguinte:
A obra do Tolkien, pra mim, é algo inexplicável. A genialidade e a perfeição dele são intraduzíveis em palavras. Quem me conhece já sabe: Tolkien é a minha vida! A sua obra, pra mim, é algo profundo, além da compreensão e a tristeza que sinto é como, não sei, é a tristeza de "some things that should not have been forgotten" mas "were lost". Como já disse, não sei explicar. Mas o que quero dizer é que a obra do Tolkien é parte de mim, então não tem porque eu ficar de consciência pesada quando leio outras obras pois, não importa o quanto eu goste dessa outra obra, nenhuma NUNCA significará pra mim o que a do Tolkien significa. Resumindo: a obra do Tolkien, pra mim, está acima de qualquer tipo de comparação ou adjetivação. Ela é!
Já o Harry Potter é uma coisa tão próxima, mas tão próxima que quando morre alguém lá a dor é real, presente, como se fosse alguém daqui. A morte do Fred foi como a morte de um amigo meu daqui e desafio qualquer um a dizer que o Fred não era meu amigo. Porque ele era. Um dos melhores. Harry Potter existe aqui. E isso faz dela a melhor série já escrita e, dentre a literatura mortal*, a minha favorita!

*Uso ali o termo "literatura mortal" em oposição à "literatura imortal", cujo único integrante é a obra do Tolkien.

Love you.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Harry Potter and the Deathly Hallows


"'Just - just to be clear,' he said. 'You want to leave Tonks at her parents' house and come away with us?'
'She'll be perfectly safe there, they'll look after her,' said Lupin. He spoke with a finality bordering on indifference. 'Harry, I'm sure James would have wanted me to stick with you.'
'Well,' said Harry slowly, 'I'm not. I'm pretty sure my father would have wanted to know why you aren't sticking with your own kid, actually.'" p. 212

"'If the new regime thinks Muggle-borns are bad,' Harry said, 'what will they do to a half-werewolf whose father's in the Order? My father died trying to protect my mother and me, and you reckon he'd tell you to abandon your kid to go on an adventure with us?'" p. 214

"'Parents,' said Harry, 'shouldn't leave their kids unless - unless they've got to.'" p. 215

"'Hermione!' said Harry. 'Calm -'
'I will not calm down!' she screamed. Never before had he seen her lose control like this; she looked quite demented. 'Give me back my wand! Give it back to me!'
'Hermione, will you please -'
'Don't you tell me what to do, Harry Potter!' she screeched. 'Don't you dare! Give it back now! And YOU!'
She was pointing at Ron in dire accusation: It was like a malediction, and Harry could not blame Ron for retreating several steps.
'I came running after you! I called you! I begged you to come back!'
'I know,' Ron said, 'Hermione, I'm sorry, I'm really -'
'Oh, you're sorry!'
She laughed, a high-pitched, out-of-control sound; Ron looked at Harry for help, but Harry merely grimaced his helplessness.'" p. 380-381

"'Yes - yes - a boy,' said Lupin again, who seemed dazed by his own happiness. He strode around the table and hugged Harry; the scene in the basement of Grimmauld Place might never have happened.
'You'll be godfather?' he said as he released Harry.
'M-me?' stammered Harry.
'You, yes, of course - Dora quite agrees, no one better -'
'I - yeah - blimey -'" p. 514

"'Am I too late? Has it started? I only just found out, so I - I -'
Percy spluttered into silence. Evidently he had not expected to run into most of this family. There was a long moment of astonishment, broken by Fleur turning to Lupin and saying, in a wildly transparent attempt to break the tension, 'So - 'ow eez leetle Teddy?'
Lupin blinked at her, startled. The silence between the Weasleys seemed to be solidifying, like ice.
'I - oh yes - he's fine!' Lupin said loudly. 'Yes, Tonks is with him - at her mother's -'
Percy and the other Weasleys were still staring at one another, frozen.
'Here, I've got a picture!' Lupin shouted, pulling a photograph from inside his jacket and showing it to Fleur and Harry, who saw a tiny baby with a tuft of bright turquoise hair, waving fat fists at the camera.
'I was a fool!' Percy roared, so loudly that Lupin nearly dropped his photograph. 'I was an idiot, I was a pompous prat, I was a - a -'
'Ministry-loving, family-disowning, power-hungry moron,' said Fred.
Percy swallowed.
'Yes, I was!'
'Well, you can't say fairer than that,' said Fred, holding out his hand to Percy.
Mrs. Weasley burst into tears. She ran forward, pushed Fred aside, and pulled Percy into a strangling hug, while he patted her on the back, his eyes on his father.
'I'm sorry, Dad,' Percy said.
Mr. Weasley blinked rather rapidly, then he too hurried to hug his son." p. 605-606

"'Look... at... me...' he whispered.
The green eyes found the black, but after a second, something in the depths of the dark pair seemed to vanish, leaving them fixed, blank, and empty. The hand holding Harry thudded to the floor, and Snape moved no more." p. 658

"'After all this time?'
'Always,' said Snape." p. 687

"'Tell me one last thing,' said Harry. 'Is this real? Or has this been happening inside my head?'
Dumbledore beamed at him, and his voice sounded loud and strong in Harry's ears even though the bright mist was descending again, obscuring his figure.
'Of course it is happening inside your head, Harry, but why on earth should that mean that it is not real?' p. 723

"'Albus Severus,' Harry said quitly, so that nobody but Ginny could hear, and she was tactful enough to pretend to be waving to Rose, who was now on the train, 'you were named for two headmasters of Hogwarts. One of them was a Slytherin and he was probably the bravest man I ever knew.' p. 758

Harry Potter and the Half-Blood Prince


"'You did not do as I asked. You have never treated Harry as a son. He has known nothing but neglect and often cruelty at your hands. The best that can be said is that he has at least escaped the appalling damage you have inflicted upon the unfortunate boy sitting between you.'" p. 55

"'Do you remember me telling you we are practicing nonverbal spells, Potter?'
'Yes,' said Harry stiffly.
'Yes, sir.'
'There's no need to call me 'sir', Professor.'
The words had escaped him before he knew what he was saying. Several people gasped, including Hermione. Behind Snape, however, Ron, Dean, and Seamus grinned appreciatively.
'Detention, Saturday night, my office,' said Snape. 'I do not take cheek from anyone, Potter... not even 'the Chosen One'.' p. 180

"'I am not from the asylum,' said Dumbledore patiently. 'I am a teacher and, if you will sit down calmly, I shall tell you about Hogwarts. Of course, if you would rather not come to the school, nobody will force you -'
'I'd like to see them try,' sneered Riddle." p. 270

"'Well, it is clear to me that he has done a very good job on you,' said Scrimgeour, his eyes cold and hard behind his wire-rimmed glasses. 'Dumbledore's man through and through, aren't you, Potter?'
'Yeah, I am,' said Harry. 'Glad we straightened that out.'" p. 348

"'He accused me of being 'Dumbledore's man through and through'.'
'How very rude of him.'
'I told him I was.'
Dumbledore opened his mouth to speak and then closed it again. Behind Harry, Fawkes the phoenix let out a low, soft, musical cry. To Harry's intense embarrassment, he suddenly realized that Dumbledore's bright blue eyes looked rather watery, and stared hastily at his own knees. When Dumbledore spoke, however, his voice was quite steady.
'I am very touched, Harry.'" p. 357-358

"'Where're you going?' Harry demanded.
'Yeah, I'm really going to tell you, because it's your business, Potter,' sneered Malfoy. 'You'd better hurry up, they'll be waiting for 'the Chosen Captain' - 'the Boy Who Scored' - whatever they call you these days.' p. 412

"'Er - well - ghosts are transparent -' he said.
'Oh, very good,' interrupted Snape, his lip curling. 'Yes, it is easy to see that nearly six years of magical education have not been wasted on you, Potter. 'Ghosts are transparent.''
Pansy Parkinson let out a high-pitched giggle. Several other people were smirking. Harry took a deep breath and continued calmly, though his insides were boiling, 'Yeah, ghosts are transparent, but Inferi are dead bodies, aren't they? So they'd be solid -'
'A five-year-old could have told us as much,' sneered Snape. 'The Inferius is a corpse that has been reanimated by a Dark wizard's spells. It is not alive, it is merely used like a puppet to do the wizard's bidding. A ghost, as I trust that you are all aware by now, is the imprint of a departed soul left upon the earth... and of course, as Potter so wisely tells us, transparent.'
'Well, what Harry said is the most useful if we're trying to tell them apart!' said Ron. 'When we come face-to-face with one down a dark alley, we're going to be having a shufti to see if it's solid, arent't we, we're not going to be asking, 'Excuse me, are you the imprint of a departed soul?''
There was a ripple of laughter, instantly quelled by the look Snape gave the class.
'Another ten points from Gryffindor,' said Snape. 'I would expect nothing more sophisticated from you, Ronald Weasley, the boy so solid he cannot Apparate half an inch across a room.'" p. 460

"Harry looked around, there was Ginny running toward him; she had a hard, blazing look in her face as she threw her arms around him. And without thinking, without planning it, without worrying about the fact that fifty people were watching, Harry kissed her." p. 533

"'You have no idea of the remorse Professor Snape felt when he realized how Lord Voldemort had interpreted the prophecy, Harry. I believe it to be the greatest regret of his life and the reason that he returned -'" p. 549

"'We're nearly there... I can Apparate us both back... Don't worry...'
'I am not worried, Harry,' said Dumbledore, his voice a little stronger despite the freezing water. 'I am with you.'" p. 578

"But somebody else had spoken Snape's name, quite softly.
'Severus...'
The sound frightened Harry beyond anything he had experienced all evening. For the first time, Dumbledore was pleading.
Snape said nothing, but walked forward and pushed Malfoy roughly out of the way. The three Death Eaters fell back without a word. Even the werewolf seemed cowed.
Snape gazed for a moment at Dumbledore, and there was revulsion and hatred etched in the harsh lines of his face.
'Severus... please...'
Snape raised his wand and pointed it directly at Dumbledore.
'Avada Kedavra!'" p. 595-596

"'Such loyalty is admirable, of course,' said Scrimgeour, who seemed to be restraining his irritation with difficulty, 'but Dumbledore is gone, Harry. He's gone.'
'He will only be gone from the school when none here are loyal to him,' said Harry, smiling in spite of himself." p. 649

"I see you are -'
'Dumbledore's man through and through,' said Harry. 'That's right.'" p. 649

Harry Potter and the Order of the Phoenix


"'... Smells like a drain and a criminal to boot, but she's no better, nasty old blood traitor with her brats messing up my Mistress's house, oh my poor Mistress, if she knew, if she knew the scum they've let in her house, what would she say to old Kreacher, oh the shame of it, Mudbloods and werewolves and traitors and thieves, poor old Kreacher, what can he do...'
'Hello, Kreacher,' said Fred very loudly, closing the door with a snap.
The house-elf froze in his tracks, stopped muttering, and then gave a very pronounced and very unconvincing start of surprise.
'Kreacher did no see Young Master,' he said, turning around and bowing to Fred. Still facing the carpet, he added, perfectly audibly, 'Nasty little brat of a blood traitor it is.'
'Sorry?' said George. 'Didn't catch that last bit.'
'Kreacher said nothing,' said the elf, with a second bow to George, adding in a clear undertone, 'and there's its twin, unnatural little beasts they are.'
Harry didn't know whether to laugh or not. The elf straightened up, eyeing them all very malevolently, and apparently convinced that they could not hear him as he continued to mutter.
'... and there's the Mudblood, standing there bold as brass, oh if my Mistress knew, oh how she'd cry, and there's a new boy, Kreacher doesn't know his name, what is he doing here, Kreacher doesn't know...'
'This is Harry, Kreacher,' said Hermione tentatively. 'Harry Potter.'
Kreacher's pale eyes widened and he muttered faster and more furiously than ever.
'The Mudblood is talking to Kreacher as though she is my friend, if Kreacher's Mistress saw him in a such company, oh what would she say -'
'Don't call her a Mudblood!' said Ron and Ginny together, very angrily.
'It doesn't matter,' Hermione whispered, 'he's not in his right mind, he doesn't know what he's -'
'Don't kid yourself, Hermione, he knows exactly what he's saying,' said Fred, eyeing Kreacher with great dislike.
Kreacher was still muttering, his eyes on Harry.
'Is it true? Is it Harry Potter? Kreacher can see the scar, it must be true, that's that boy who stopped the Dark Lord, Kreacher wonders how he did it -'
'Don't we all, Kreacher?' Said Fred.
'What do you want anyway?' George asked.
Kreacher's huge eyes darted onto George.
'Kreacher is cleaning,' he said evasively.
'A likely story,' said a voice behind Harry.
Sirius had come back; he was glowering at the elf from the doorway. The noise in the hall had abated; perhaps Mrs. Weasley and Mundungus had moved their argument down into the kitchen. At the sight of Sirius, Kreacher flung himself into a ridiculously low bow that flattened his snoutlike nose on the floor.
'Stand up straight,' said Sirius impatiently. 'Now, what are you up to?'
'Kreacher is cleaning,' the elf repeated. 'Kreacher lives to serve the noble house of Black -'
'- and it's getting blacker every day, it's filthy,' said Sirius.
'Master always liked his little joke,' said Kreacher, bowing again, and continuing in an undertone, 'Master was a nasty ungrateful swine who broke his mother's heart -'
'My mother didn't have a heart, Kreacher,' Sirius snapped. 'She kept herself alive out of pure spite.'
Kreacher bowed again and said, 'Whatever Master says,' then muttered furiously, 'Master is not fit to wipe slime from his mother's boots, oh my poor Mistress, what would she say if she saw Kreacher serving him, how she hated him, what a disappointment he was -'
'I asked you what you were up to,' said Sirius coldly. 'Every time you show up pretending to be cleaning, you sneak something off to your room so we can't throw it out.'
'Kreacher would never move anything from its proper place in Master's house,' said the elf, then muttered very fast, 'Mistress would never forgive Kreacher if the tapestry was thrown out, seven centuries it's been in the family, Kreacher must save it, Kreacher will not let Master and the blood traitors and the brats destroy it -'
'I thought it might be that,' said Sirius, casting a disdainful look at the opposite wall. 'She'll have put another Permanent Sticking Charm on the back of it, I don't doubt, but if I can get rid of it I certainly will. Now go away, Kreacher.'
It seemed that Kreacher did not dare disobey a direct order; nevertheless, the look he gave Sirius as he shuffled out past him was redolent of deepest loathing and he muttered all the way out of the room.
'- comes back from Azkaban ordering Kreacher around, oh my poor Mistress, what would she say if she saw the house now, scum living in it, her treasures thrown out, she swore he was no son of hers and he's back, they say he's a murderer too -'
'Keep muttering and I will be a murderer!' said Sirius irritably, and he slammed the door shut on the elf." p. 107-110

"'Hem, hem,' said Professor Umbridge.
'Yes?' said Profesor McGonagall, turning round, her eyebrowns so close together they seemed to from one long, severe line.
'I was just wondering, Professor, whether you received my note telling you of the date and time of your inspec -'
'Obviously I received it, or I would have asked you what you are doing in my classroom,' said Professor McGonagall, turning her back firmly on Professor Umbridge. Many of the students exchanged looks of glee. 'As I was saying, today we shall be practicing the altogether more difficult vanishment of mice. Now, the Vanishing Spell -'
'Hem, hem.'
'I wonder,' said Professor McGonagall in cold fury, turning on Professor Umbridge, 'how you expect to gain an idea of my usual teaching methods if you continue to interrupt me? You see, I do not generally permit people to talk when I am talking.'" p. 320

"Professor Umbridge gave her most pronounced cough yet.
'May I offer you a cough drop, Dolores?' Professor McGonagall asked curtly, without looking at Professor Umbridge.
'Oh no, thank you very much,' said Umbridge, with that simpering laugh Harry hated so much. 'I just wondered whether I could make the teensiest interruption, Minerva?'
'I daresay you'll find you can,' said Professor McGonagall through tightly gritted teeth.
'I was just wondering whether Mr. Potter has quite the temperament for an Auror?' said Professor Umbridge sweetly.
'Were you?' said Professor McGonagall haughtily. 'Well, Potter,' she continued, as though there had been no interruption, 'if you are serious in this ambition, I would advise you to concentrate hard on bringing your Transfiguration and Potions up to scratch. I see Professor Flitwick has graded you between 'Acceptable' and 'Exceeds Expectations' for the last two years, so your Charm work seems satisfactory; as for Defense Against the Dark Arts, your marks have been generally high, Professor Lupin in particular thought you - are you quite sure you wouldn't like a cough drop, Dolores?'
'Oh, no need, thank you, Minerva,' simpered Professor Umbridge, who had just coughed her loudest yet. 'I was just concerned that you might not have Harry's most recent Defense Against the Dark Arts marks in front of you. I'm quite sure I slipped in a note...'
'What, this thing?' said Professor McGonagall in a tone of revulsion, as she pulled a sheet of pink parchment from between the leaves of Harry's folder. She glanced down it, her eyebrows slightly raised, then placed it back into the folder without comment.
'Yes, as I was saying, Potter, Professor Lupin thought you showed a pronounced aptitude for the subject, and obviously for an Auror -'
'Did you not understand my note, Minerva?' asked Professor Umbridge in honeyed tones, quite forgetting to cough.
'Of course I understood it,' said Professor McGonagall, her theeth clenched so tightly that the words came out a little muffled.
'Well, then, I am confused.... I'm afraid I don't quite understand how you can give Mr. Potter false hope that -'
'False hope?' repeated Professor McGonagall, still refusing to look round at Professor Umbridge. 'He has achieved high marks in all his Defense Against the Dark Arts tests -'
'I'm terribly sorry to have to contradict you, Minerva, but as you will see from my note, Harry has been achieving very poor results in his classes with me -'
'I should have made my meaning plainer,' said Professor McGonagall, turning at last to look Umbridge directly in the eyes. 'He has achieved high marks in all Defense Against the Dark Arts tests set by a competent teacher.'" p. 663-664

"'No!' she screamed. 'It isn't true, you're lying - MASTER, I TRIED, I TRIED - DO NOT PUNISH ME -'
'Don't waste your breath!' yelled Harry, his eyes screwed up against the pain in his scar, now more terrible than ever. 'He can't hear you from here!'
'Can't I, Potter?' said a high, cold voice." p. 812

"'It was foolish to come here tonight, Tom'" p. 813

"'I cared about you too much,' said Dumbledore simply. 'I cared more for your happiness than your knowing the truth, more for your peace of mind than my plan, more for your life than the lives that might be lost if the plan failed. In other words, I acted exactly as Voldemort expects we fools who love to act.
Is there a defense? I defy anyone who has watched you as I have - and I have watched you more closely than you can have imagined - not to want to save you more pain than you had already suffered. What did I care if numbers of nameless and faceless people and creatures were slaughtered in the vague future, if in the here and now you were alive, and well, and happy? I never dreamed that I would have such a person on my hands.'" p. 839

Harry Potter and the Goblet of Fire


"One of them was a very old wizard who was wearing a long flowery nightgown. The other was clearly a Ministry wizard; he was holding out a pair of pinstriped trousers and almost crying with exasperation.
'Just put them on, Archie, there's a good chap. You can't walk around like that, the Muggle at the gate's already getting suspicious -'
'I bought this in a Muggle shop,' said the old wizard stubbornly. 'Muggles wear them.'
'Muggle women wear them, Archie, not the men, they wear these,' said the Ministry wizard, and he brandished the pinstriped trousers.
'I'm not putting them on,' said old Archie in indignation. 'I like a healthy breeze 'round my privates, thanks.'" p. 83-84

"'Hermione, Harry, and Ron still seem to want to know you, judging by the way they were attempting to break down the door.'
'Of course we still want to know you!' Harry said, staring at Hagrid. 'You don't think anything that Skeeter cow - sorry, Professor,' he added quickly, looking at Dumbledore.
'I have gone temporarily deaf and haven't any idea what you said, Harry,' said Dumbledore, twiddling his thumbs and staring at the ceiling." p. 453

"Lord Voldemort had risen again." p. 643

"'The only one against whom I intend to work,' said Dumbledore, 'is Lord Voldemort. If you are against him, then we remain, Cornelius, on the same side.' p. 709

domingo, 19 de setembro de 2010

Harry Potter and the Prisoner of Azkaban


"Percy, however, held out his hand solemnly as though he and Harry had never met and said, 'Harry. How nice to see you.'
'Hello, Percy,' said Harry, trying not to laugh.
'I hope you're well?' said Percy pompously, shaking hands. It was rather like being introduced to the mayor.
'Very well, thanks -'
'Harry!' said Fred, elbowing Percy out of the way and bowing deeply. 'Simply splendid to see you, old boy -'
'Marvelous,' said George, pushing Fred aside and seizing Harry's hand in turn. 'Absolutely spiffing.'
Percy scowled.
'That's enough, now,' said Mrs. Weasley.
'Mum!' said Fred as though he'd only just spotted her and seizing her hand too. 'How really corking to see you -'" p. 62

"'Show yourself!' Snape said, tapping the map sharply.
It stayed blank. Harry was taking deep, calming breaths.
'Professor Severus Snape, master of this school, commands you to yield the information you conceal!' Snape said, hitting the map with his wand.
As though an invisible hand were writing upon it, words appeared on the smooth surface of the map.

'Mr. Moony presents his compliments to Professor Snape, and begs him to keep his abnormally large nose out of other people's business.'

Snape froze. Harry stared, dumbstruck, at the message. But the map didn't stop there. More writing was appearing beneath the first.

'Mr. Prongs agrees with Mr. Moony, and would like to add that Professor Snape is an ugly git.'

It would have been very funny if the situation hadn't been so serious. And there was more...

'Mr. Padfoot would like to register his astonishment that an idiot like that ever became a professor.'

Harry closed his eyes in horror. When he'd opened them, the map had its last word.

'Mr. Wormtail bids Professor Snape good day, and advises him to wash his hair, the slimeball.'

Harry waited for the blow to fall." p. 286-287

"'I got somethin' ter discuss with you two,' said Hagrid, sitting himself between them and looking uncharacteristically serious.
'What?' said Harry.
'Hermione,' said Hagrid.
'What about her?' said Ron.
'She's in a righ' state, that's what. She's bin comin' down ter visit me a lot since Chris'mas. Bin feelin' lonely. Firs' yeh weren' talking to her because o' the Firebolt, now yer not talkin' to her because her cat -'
'- ate Scabbers!' Ron interjected angrily.
'Because her cat acted like all cats do,' Hagrid continued doggedly. 'She's cried a fair few times, yeh know. Goin' through a rough time at the moment. Bitten off more'n she can chew, if yeh ask me, all the work she's tryin' ter do. Still found time ter help me with Buckbeak's case, mind... She's found some really good stuff fer me... reckon he'll stand a good chance now...'
'Hagrid, we should've helped as well - sorry -' Harry began awkwardly.
'I'm not blamin' yeh!' said Hagrid, waving Harry's apology aside. 'Gawd knows yeh've had enough ter be gettin' on with. I've seen yeh practicin' Quidditch ev'ry hour o' the day an' night - but I gotta tell yeh, I thought you two'd value yer friend more'n broomsticks ou rats. That's all.'" p. 273-274

"'He must have Disapparated, Severus. We should have left somebody in the room with him. When this gets out -'
'HE DIDN'T DISAPPARATE!' Snape roared, now very close at hand. 'YOU CAN'T APPARATE OR DISAPPARATE INSIDE THIS CASTLE! THIS - HAS - SOMETHING - TO - DO - WITH - POTTER!'
'Severus - be reasonable - Harry has been locked up -'
BAM.
The door of the hospital wing burst open.
Fudge, Snape, and Dumbledore came striding into the ward. Dumbledore alone looked calm. Indeed, he looked as though he was quite enjoying himself. Fudge appeared angry. But Snape was beside himself.
'OUT WITH IT, POTTER!' he bellowed. 'WHAT DID YOU DO?'
'Professor Snape!' shrieked Madam Pomfrey. 'Control yourself!'
'See here, Snape, be reasonable,' said Fudge. 'This door's been locked, we just saw -'
'THEY HELPED HIM ESCAPE, I KNOW IT!' Snape howled, pointing at Harry and Hermione. His face was twisted; spit was flying from his mouth.
'Calm down, man!' Fudge barked. 'You're talking nonsense!'
'YOU DON'T KNOW POTTER!' shrieked Snape. 'HE DID IT, I KNOW HE DID IT -'
'That will do, Severus,' Said Dumbledore quietly. 'Think about what you are saying. This door has been locked since I left the ward ten minutes ago. Madam Pomfrey, have these students left their beds?'
'Of course not!' said Madam Pomfrey, bristling. 'I would have heard them!'
'Well, there you have it, Severus,' said Dumbledore calmly. 'Unless you are suggesting that Harry and Hermione are able to be in two places at once, I'm afraid I don't see any point in troubling them further.'
Snape stood there, seething, staring from Fudge, who looked thoroughly shocked at his behavior, to Dumbledore, whose eyes were twinkling behind his glasses. Snape whirled about, robes swishing behind him, and stormed out of the ward." p. 419-420

"'You think the dead we loved ever truly leave us? You think that we don't recall them more clearly than ever in times of great trouble? Your father is alive in you, Harry, and shows himself most plainly when you have need of him. How else could you produce that particular Patronus? Prongs rode again last night.'" p. 427-428


Harry Potter and the Chamber of Secrets


"'Hang on...' Harry muttered to Ron. 'There's an empty chair at the staff table... Where's Snape?'
Professor Severus Snape was Harry's least favorite teacher. Harry also happened to be Snape's least favorite student. Cruel, sarcastic, and disliked by everybody except the students from his own house (Slytherin), Snape taught Potions.
'Maybe he's ill!' said Ron hopefully.
'Maybe he's left,' said Harry, 'because he missed out the Defense Against Dark Arts job again!'
'Or he might have been sacked!' said Ron enthusiastically. 'I mean, everyone hates him -'
'Or maybe,' said a very cold voice right behind them, 'he's waiting to hear why you two didn't arrive on the school train.'
Harry spun around. There, his black robes rippling in a cold breeze, stood Severus Snape. He was a thin man with sallow skin, a hooked nose, and greasy, shoulder-length black hair, and at this moment, he was smiling in a way that told Harry he and Ron were in very deep trouble.
'Follow me,' said Snape." p. 77-78

"'What does this mean, Albus?' Professor McGonagall asked urgently.
'It means,' said Dumbledore, 'that the Chamber of Secrets is indeed open again.'
Madam Pomfrey clapped a hand to her mouth. Professor McGonagall stared at Dumbledore.
'But, Albus... surely... who?'
'The question is not who,' said Dumbledore, his eyes on Colin. 'The question is, how...'" p. 180-181

"'If the governors want my removal, Lucius, I shall of course step aside -'
'But -' stuttered Fudge.
'No!' growled Hagrid.
Dumbledore had not taken his bright blue eyes off Lucius Malfoy's cold gray ones.
'However,' said Dumbledore, speaking very slowly and clearly so that none of them could miss a word, 'you will find that I will only truly have left this school when none here are loyal to me. You will also find that help will always be given at Hogwarts to those who ask for it.'" p. 263-264

"'It is our choices, Harry, that show what we truly are, far more than our abilities.'" p. 333

Harry Potter and the Philosopher's Stone


"But from that moment on, Hermione Granger became their friend. There are some things you can't share without ending up liking each other, and knocking out a twelve-foot mountain troll is one of them." p. 179

"'There are all kinds of courage,' said Dumbledore, smiling. 'It takes a great deal of bravery to stand up to our enemies, but just as much to stand up to our friends. I therefore award ten points to Mr. Neville Longbottom.'" p. 306

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Beethoven

Então, né! Vai ser foda assim lá na puta que o pariu! Já disse mais de mil vezes que, pra mim, Beethoven é e sempre será o maior nome da música! Bach é ótimo, Mozart era um gênio, mas Beethoven é o cara e... nem tenho o que falar. Colocarei dois videozinhos básicos aqui embaixo, a minha preferida, Adagio un Poco Mosso e o alegretto da Sinfonia nº 7 .


quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Eu disse

Nunca antes na história da minha vida eu tive tanto prazer em dizer "Eu disse". Óbvio que to falando do bandido do Neymar. O engraçado é que embora fosse óbvio que isso fosse acontecer, a maioria das pessoas fingiam não ver ou não aceitar isso como algo inevitável. Era "Ah, você tá implicando com o menino" ou "Ele é foda, não há nada de errado em se jogar bonito", etc. Não preciso nem comentar que eu sou infinitamente mais o grosso do Iarley do que o bandidinho do Neymar, né? Antes ser grosso e decente do que fingir jogar futebol e ser bandido. Perto do Neymar o Robinho é quase decente. O pior de tudo é que eu realmente fico com dó, porque, embora eu diga isso desde sempre ninguém me acredita, meu problema não é que outro time tenha jogadores habilidosos, meu problema é que qualquer time tenha jogador mau caráter e a imprensa e as pessoas achem isso bonito. Eu preferia mil vezes que o Neymar virasse homem e jogador de futebol de verdade e calasse minha boca, se tornasse um grande craque e eu me lembrasse dessa fase somente como "fase de moleque" dele. Mas agora... impossível isso. Antes ele tivesse ido pra Inglaterra. Ia apanhar feito um cachorro, mas ia aprender como as coisas funcionam. Agora se fudeu, porque, como diz o Fer, time importante não gosta de encrenqueiro e depois dos últimos dias...
É, Neymar, parabéns! Conseguiu fuder sua carreira! E, como diria o Alfred, agora que eu posso dizer eu não quero dizer, mas... Eu disse.

Detalhes sobre a última confusão aqui: http://bit.ly/bfLDz9

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Third time is a charm

Gente, fui pela terceira vez assistir A origem, no domingo. OMG!
Assim, como eu já disse, eu queria muito ver esse filme desde janeiro. Deixe-me contar desde o início.
Estava eu no cinema, em janeiro, e saio para ir ao banheiro, pra variar... Quando saio dou de cara com o cartaz de A origem. O nome de quem me chamou atenção? Sim, o próprio, Ken Watanabe. Aí parei pra olhar e vi o resto, se bem que chamar aquele elenco de resto é esnobismo extremo além da imaginação, mas enfim, vocês entenderam. Aí... vi o diretor e pensei PUTZ! Melhor filme do ano, certeza! E aí pronto... não via a hora de ver o filme.
Lá pra junho, acho, saiu o trailer no cinema. Trailerzinho mais ou menos... Pensei "será que o Nolan dará conta de fazer um filme ruim com esse elenco? Não é possível..." E isso só aumentou ainda mais minha ansiedade. Depois disso Inception foi parar nos TT (quando falo de TT, sempre estou falando dos TT do mundo e não do Brasil, ok?) do twitter e não saiu mais. NUNCA MAIS. E nem tinha estreado aqui ainda...
Aí chegou o grande dia. Sexta-feira de estréia. UHUL!!! E então o que aconteceu? Miraninha aqui estava pondo as tripas para fora porque tinha bebido demais no dia anterior. Ir no cinema? No way! Mas pensei "Irei amanhã sem falta" Fui? Não! Ainda pondo as tripas para fora. E então decidi que de domingo não passava. Fer e eu combinamos de ir às 14h, mas aí... Miraninha, tripas pra fora, não precisa explicar... Deitei lá na casa da mãe do Fer e apaguei, até lembro de nem assistir o jogo do Corinthians contra o Flamengo, que ganhamos, diga-se de passagem. Mas quando deu 18h pensei "Não, nem que for morrendo eu vou". Levantei e falei "Vamos, Fer. Morrendo mesmo, de hoje não passa" Aí fui...
O que achei vocês já sabem, de posts anteriores. Depois, como todo filme que amo, quis ver de novo, mas nunca dava certo... Semana passada deu. E amei ainda mais! Aí quis ver de novo... óbvio! Vi ontem! E OMG!!! É muito bom, muito bom, muito bom!!!! (E aquela sala VIP é muito boa!!) Dane-se as críticas sobre, crítico é tudo idiota mesmo (sim, me incluo aqui como crítica literária de merda que sou!). O filme é ótimo e eu tinha razão: melhor filme do ano! Até agora...

P.S. Tornatore ainda é o primeiro.

domingo, 12 de setembro de 2010

NADA

Então. Hoje falarei sobre nada, porque em tempos absurdos como esses, nada é muito mais interessante.
Nada acontece. Então não tenho o que dizer a não ser nada. E falar sobre nada é dizer nada. Todo o tempo dizendo nada. Nada. Nada. Nada. E aí, nada passa a ser sua realidade. Nada é realidade. Nada é minha realidade. Qual é a sua? Não me diga. Pense pra você. Não quero saber. Não quero saber nada, pois se souber nada, terei esquecido tudo. E tudo é mais importante que nada. É? Nada disso. Nada é sempre mais importante.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Mundo da fantasia

Gente, sou doente! Bem, eu já sabia isso, mas é que às vezes me surpreendo.
Todo mundo sabe que, quanto mais chata a nossa vida/realidade, mais buscamos meios de "escapar" (beijinho pra quem leu o Tolkien e sabe do que eu to falando). Eu faço isso com livros, filmes, as minhas histórias e... no dia a dia. Quanto mais chata a tarefa, mais legal fica atribuir um sentido outro a ela que não seja o seu. Por exemplo, estou aqui linda e magra (?) no computador e tenho sede. Tenho que ir buscar água e estou morrendo de preguiça, mas vou. Chego na cozinha, abro a geladeira, coloco a água no copo e vejo que tenho que encher a garrafa. PUTZ! FUDEU! Penso eu... MAS, AÍ... o que eu faço para que a tarefa de encher a garrafa pareça mais apetecedora? (E quando eu digo aqui "faço" não quero dizer "faço conscientemente". Não! Eu percebi isso há uns 10 anos, mas faço automaticamente desde quando me entendo por gente. Sem nem perceber) Eu simplesmente penso que se minha casa sair voando pelo espaço, só terei a água que estiver na garrafa para beber, pois, sabe Eru onde eu e minha casa iremos parar. Então, encher a garrafa é uma questão de sobrevivência. Mesma coisa para ir ao banheiro. Sempre penso "E se for parar em algum lugar de difícil acesso a banheiro ou moitinha? Ficarei com a bexiga estourando assim? Melhor não!" Aí levanto minha bela bunda da cadeira e vou ao banheiro. O fato é que faço isso all the time. Pra subir as escadas (estou sempre sendo perseguida pela água de um grande dilúvio ou um monstro aterrorizante), quando ia trabalhar de bicicleta (todos os dias tinha um Cavaleiro Negro me perseguindo, sendo representado por algum carro na avenida), enfim. ALL THE TIME!
Sou louca? Sou nada. Assim é bem melhor. Isso porque vocês não viram o meu diário... Hahahahahaha

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

O alfabeto

Então... estava eu muito puta com tudo e querendo xingar todo mundo, mas como isso vai contra as convenções sociais, irei xingar todas as letras do alfabeto:

A - Falsa, insuportável e nojenta. Você é absurdamente idiota.
B - Bem, você é meio vadia, simpática, mas vadia.
C - Filha de uma puta! Vadia! Burra! Idiota!
D - Esnobe, metida e feia. É isso.
E - Fresca demais e com uma voz insuportável.
F - Além de vadia e falsa, você é incrivelmente desprezível. Sua cobra.
G - Você é estranha e metida. Te odeio.
H - Você é burra, fresca e meio lerda, mas tudo bem.
I - Sua filha de uma kenga vendida. Você é burra, sem senso e sua voz também é irritante.
J - Falsa. Falsa. Mentirosa. Falsa. Falsa e falsa.
K - Você é insuportável e acha que é linda. Coitada...
L - Sem um pingo de consideração e metida, claro!
M - Egoísta, feia, burra, sem senso, idiota, nojenta e vadia sem coração.
N - Hahaha, palhaça idiota que pensa que é grande bosta. Se enxerga!
O - Meio boba. Mas não fede e nem cheira...
P - Ai, credo! Nojenta e metida a popular com síndrome de riquinha e importante.
Q - Falsidade impera no alfabeto. Mais uma. E além disso é filha da puta e vadia.
R - Fresquinha que acha que todo mundo existe para servi-la. Vai se fuder, querida.
S - Afetada, insuportável, burra e nojenta.
T - Mais uma falsa e metida.
U - Nem te conheço direito, mas pelas amizades é uma vadiazinha de mão cheia.
W - Biscate. Essa é a palavra.
V - A rainha da falsidade. Todas as outras aprenderam com ela. E muito cachorra!
X - Palhaça nojenta e insuportável que ainda pensa que agrada.
Y - Não gosto de você, sua metida, mesmo você achando que é a mais querida do universo.
Z - Sua estúpida e burra. Morra!

É isso! Poderia falar mais, mas não quero. É só isso aí mesmo. E um beijo para quem adivinhar quem as letras representam. (:

Pessoal

Quem está participando do concurso de interpretação, o resultado sai dia 22/09, ok? Pessoas bonitas sabem por que...
Love you.

sábado, 4 de setembro de 2010

Ai, o mundo

Ai, essa maldita capacidade de pensar. Odeio pensar. Porque pensando a gente chega a conclusões idiotas e bestas. E fica triste. E, putz! É foda...
Tipo o mundo. Pensa só no mundo... Pensou? E aí? Não é desesperador? Pois é... Vejo pessoas andando para lá e para cá, vivendo suas vidas normalmente, rindo, trabalhando, passeando. O mundo continua. Sempre. Não se importa se a pessoa mais importante da sua vida morreu. Na verdade não se importa nem se você morrer. E é assim. Pronto. Sem discussão. E quando a gente tá com um ódio infinito de algo/alguém e o mundo não tá nem aí? Abre o sol, fica todo risonho e aí você transfere todo o seu ódio ao mundo, pois, COMO ESSE FILHO DA PUTA OUSA FICAR TODO SORRIDENTE SENDO QUE VOCÊ TÁ SUPER TRISTE/ESTRESSADO/INDIGNADO/POSSESSO/WHATEVER???
Mundinho ingrato.
E a gente pouco egoísta, né? Pois querer que todo o mundo chore quando a gente tá chorando não é nada além de querer que o mundo te acompanhe no crescimento que é vi... NÃO. Mas quem não é assim? Eu fiquei puta quando o Dumbledore morreu e tinha pessoas rindo na faculdade. COMO ASSIM? O DUMBLEDORE TINHA MORRIDO!!! TÁ RINDO DO QUE, PALHAÇO? Mas o pior é que eles nem sabiam. Será que esse é mesmo o pior? Dane-se!
E, gente, como tem gente que me irrita nesse mundo, PUTA QUE O PARIU! Gente burra, fresca, falsa, metida, insuportável, mentirosa, pseudos em geral (o ruim desse último tipo é que eles tendem a ser todo o resto também), mas ao mesmo tempo tem pessoas que valem a respiração de todo dia, como por exemplo, não, não citarei nomes. Elas sabem (Bru, te copiei aqui).
O foda de quando quero me matar é que esqueço das pessoas que valem a pena, ou melhor, eu sei que elas estão lá, mas o número de éguas d'agua é muito maior e obscurece minha mente, me fazendo acreditar que o mundo está irremediavelmente perdido. Mas ainda há esperança. Afinal um mundo que tem cavalinhos merece um voto de confiança.
E tenho dito.