Informações não pedidas e tão pouco necessárias

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Princesa herdeira, daemon, cabelo, escritora, amigona, dragona e dona do Blaublau; assistente técnica do melhor time e sem paciência pra você. Pra me atormentar basta existir, mas espera atrás da capa. Ah é... eu sou o Batman.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

We will go there... and back again.

Hoje eu tenho um objetivo bem claro para esse post. Eu vim falar sobre uma coisa que eu já falei. Na verdade eu vim falar sobre a mesma coisa dos últimos três posts: A Batalha dos Cinco Exércitos.
Eu nunca vou superar esse filme. Eu sabia que seria difícil... eu lembrava de como tinha sido O Retorno do Rei... se despedir do Tolkienzinho no cinema. Sim, eu sei que existe a possibilidade de ter filmes sobre O Silmarillion, mas não é a mesma coisa. Não é. Você não vai estar em contato com esses personagens, nesse cenário. Vamos ter Doriath e Nargotrond, mas não Mirkwood e Erebor. Gondolin e Thangorodrim, mas não o Condado e Rivendell. Vai ser lindo, eu sei, mas meu coração já está pra sempre despedaçado por ter tido que me despedir da Terra-média. Eu sabia que seria triste, mas eu não esperava que seria tanto assim. Esse filme fez coisas que eu não imaginava possível... o pior é que eu não sei explicar... a trilogia do The Lord é melhor, mas de algum jeito eu me vejo preferindo a do Hobbit... e esse último filme... é a coisa mais triste que já me aconteceu, é a trilha sonora mais linda que já existiu e definitivamente o filme mais significativo da minha existência. Por quê? Eu não tenho a mínima ideia. Vamos combinar, ele nem é tão bom assim e tem um monte de problemas, mas ainda assim ele é o melhor de todos os filmes pra sempre. Meu coração tá doendo... porque eu to ouvindo a trilha sonora e, depois de assistir 15 vezes, isso é praticamente a mesma coisa que assistir de novo. 
15 vezes. Eu assisti só 15 vezes. Eu podia ter ido mais vezes... e agora não posso mais.
O tumblr não ajuda muito com todos aqueles desenhos e histórias e fotos e gifs...
E, no fim, nada disso faz sentido. O ponto é: O Hobbit - A Batalha dos Cinco Exércitos é o melhor filme da história do cinema. 


sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Tea is at four

Well well well... 2015. And it already sucks!
Sério. Primeiro fucking dia do ano e já começa com a notícia de que o Gerrard vai sair do Liverpool. Eu nem vou comentar isso porque eu to cansada e eu já chorei demais.
Mas sobre o que será esse post então? Aha! Não sei... to só escrevendo... na verdade eu to ensaiando um post faz tempo, pra falar de milhares de coisas, mas eu esqueci 99% dessas coisas então vou falar sobre outras, como por exemplo esse negócio que tava pensando esses dias indo assistir O Hobbit. Quando você está se locomovendo de um ponto A até um ponto B qual é o momento em que você deixa de estar no ponto A e passa a estar no ponto B? Não estou pensando cientificamente pra alguém vir aqui e me explicar que a partir do momento que você sai do ponto A você não está mais no ponto A e só vai estar no ponto B quando chegar ao ponto B e que entre esses dois pontos há vários outros pontos e tal. Não. To pensando subjetivamente. Em algum momento no meio do caminho seu cérebro deixa de te considerar no ponto A e passa a te considerar no ponto B, ou mais próximo a um deles. Como isso? Qual o critério, cérebro? Grandes mistérios da humanidade.
Agora os anões. Eu preciso falar dos anões porque eles são tão perfeitos. Eu nunca tive uma raça preferida na Terra-média, gosto de todo mundo, até dos orcs. Mas depois da adaptação do PJ eu mudei de ideia. Os anões são os seres mais perfeitos da Terra-média e eles são tão interessantes! Eu separei todo o material sobre eles que eu tenho aqui e vou ler assim que der, mas só de dar umas espiadas já lembrei de tanta coisa que tinha esquecido. Por exemplo o fato de o o Bofur, Bifur e Bombur não serem da linhagem de Durin. Tomara que tenha mais informações sobre as outras seis casas dos anões.
Quando eu li O Hobbit (em todas as vezes) eu nunca liguei muito para os anões. Eu gostava do Balin, mas não ligava muito para os outros, agora eu amo cada um deles (nossa, eu já disse isso no post anterior, não? whatever).
Falando nos anões, vamos dar uma olhadinha neles.
Primeiro temos o líder da companhia: Thorin Oakenshield. Quem poderia imaginar que um anão pudesse ser tão lindo e gostoso corajoso assim? Não, sério mesmo. Ele é mais lindo que o Aragorn e todos os elfos juntos, olha isso:
E ainda sendo tão teimoso e bravo... e quando ele fala 'I am listening'. OH MY GOD.
Depois vem a fofura em pessoa, Balin:
Sempre foi meu anão preferido! E o PJ acertou em cheio na caracterização dele no filme, até relevo o fato dele ser, na verdade, 17 anos mais novo que o Thorin.
Dwalin:
Irmão mais novo de Balin e provavelmente o mais ranzinza dos anões. Meu bebê.
Glóin:
Primo do Balin e do Dwalin, pai do Gimli e também irmão mais novo do Óin:
Que é meio surdo, tadinho.
Então temos os sobrinhos do Thorin, Fili:
Irmão mais velho do Kili:
O mais novo da companhia.
Agora vem o trio Dori:
Nori:
E Ori:
Os mais educados dos anões.
E, por fim, os mais loucos. Bifur:
Bombur:
E Bofur, o mais engraçado e fofo:
E já que é pra mostrar essas coisas lindas e fofas da minha vida, vamos colocar mais fotos:




















There you go! All my dwarves babies.
ZAHAR DURINUL and friends.

P.S. Só um lembrete: Fundin morreu em Moria, na guerra contra os orcs em 2799 da Terceira Era (Frerin, irmão do Thorin, e Náin, pai do Dáin II Pé-de-Ferro, também morreram nessa guerra), 195 anos antes de seu filho, Balin, morrer no mesmo lugar. Bem, não exatamente no mesmo lugar já que o Balin morreu lá dentro e tal, mas vocês entenderam.